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Quem você quer ser em dezembro de 2012?

"Quem quiser chegar a ser o que não é,
deve começar por deixar de ser o que é."
Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Durante uma sessão de coaching, um dos meus clientes se propôs a ler dois capítulos de um livro até nossa próxima reunião, como exercício para um de seus objetivos que era retomar o hábito da leitura.

Quando chegou o dia do encontro, ele manifestou não ter feito a leitura, alegando falta de tempo. Porém, ao longo da conversa, me contou que durante as noites estava revendo um seriado que ele gostava muito e que estava sendo reprisado. Interessante que, enquanto narrava isso, de repente ele deu uma parada e se questionou, esboçando um sorriso: uai, não consigo tempo para leitura, mas estou  assistindo na TV algo que já vi! Pois bem, me comprometo a usar este tempo nas próximas semanas para a leitura do livro.

Chegamos à sessão seguinte e o jovem executivo narrou que havia conseguido parar de assistir o seriado, mas ficava zanzando para lá e para cá dentro de casa com o livro na mão, ia até a geladeira, dava um volta pelo quarto, sentava no sofá, mas não conseguia realizar a leitura.

Ao perceber que ele estava desanimado, lhe disse: veja, você já conseguiu a primeira etapa, que é deixar de fazer algo e liberar o tempo para a nova atividade que pretende empreender. Agora fica mais fácil, só precisamos identificar alguns estímulos para que você construa esta nova realidade. Assim fizemos e no encontro seguinte ele havia cumprido com sua tarefa.

Esta singela experiência contém a essência de algo muito comum nos diversos aspectos da vida. Para ser consultor independente, tive que deixar de ser empregado; para fazer uma dieta saudável, precisei parar de comer trash food, para me tornar homem, precisei deixar de ser criança. 

Entretanto, os maiores exemplos estão presentes na própria Criação. Se puder, assista este vídeo de 30 segundos e deixe seus comentários.

FELIZ 2012!

Diferenças em comum


Por Shenara Pantaleão


Escritora carioca retrata as lutas psicológicas da juventude e as possibilidades do conhecimento de si mesmo
 
A escritora carioca Flávia Camargo acaba de lançar seu primeiro livro, Diferenças em Comum, pela editora Giostri. O romance conta a história de Breno, um herói desconhecido que trava suas principais lutas dentro de si mesmo. “Desconhecido porque luta em silêncio, na região mais íntima de seu ser, para vencer suas limitações, sem plateia ou expectadores. E é herói porque luta pelo auto aperfeiçoamento por livre e espontânea vontade. Breno é o herói que existe dentro de todos nós”, explica a autora.

Inspirada nos conhecimentos da Logosofia, ciência que oferece ferramentas de ordem conceitual e prática para obter o autoaperfeiçoamento, Flávia Camargo consegue mostrar em sua primeira obra toda a sua desenvoltura com a linguagem literária oferecendo aos leitores um romance envolvente e emocionante. Outra característica marcante no livro são as situações vivenciadas pelo personagem principal, muitas delas parecidas com as que vivenciamos no nosso cotidiano. O diferencial é a forma como Breno vai lidando com elas, nos fazendo pensar em formas menos automáticas de guiar a vida.

Empolgada com o lançamento do primeiro livro, Flávia já está preparando sua próxima obra, que deverá ter como tema principal a vida de duas amigas.

Formada em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, a autora vem se dedicando às letras desde muito cedo. Já aos seis anos de idade adorava contar histórias, elaborar poemas e vivenciar o universo da ficção.

Docentes da Fundação Logosófica de Pinda participam do congresso em Brasília



Quatorze estudantes do Centro de Difusão e Informação de Logosofia de Pindamonhangaba estiveram nos dias 13, 14 e 15 de agosto em Brasília participando do Congresso Internacional de Logosofia. Comemorando 80 anos dessa ciência no mundo, o evento reuniu mais de 3 mil estudantes de vários países no Centro de Convenções Ulisses Guimarães.
Além de trocar conhecimentos adquiridos durante seu processo individual de evolução consciente os estudantes prestaram um tributo de gratidão ao criador da Logosofia, o pensador, humanista e educador Carlos Bernardo González Pecotche, que com a ciência de sua criação, com seu exemplo e seus ensinamentos trouxe à humanidade as bases para a construção de uma nova cultura.
Segundo Antenor, docente da Fundação Logosófica em Pinda, o congresso foi “magnífico, em todos os aspectos, pela organização, pelo conteúdo e principalmente pela oportunidade de sentir que somos muitos trabalhando por essa Obra de bem para humanidade”. Sobre os benefícios ele completa: “O Congresso culminou todo uma capacitação que fizemos em nossas sedes com o objetivo de olharmos para o futuro da obra e da humanidade. Me fez ter ainda mais consciência, mais estímulo e mais alegria de trabalhar em busca de ser um ser melhor e poder atuar com efetiva precisão nos conceitos de evoluir e servir”.
Logosofia em Pinda
A Fundação Logosófica existe em Pindamonhangaba há 20 anos, desde o dia 24 de abril de 1990. Sua sede fica situada Rua Eugênio Siqueira Salgado, 101-B
Conheça melhor a Logosofia
Acesse www.logosofia.org.br
Matéria extraída do site Vale Notícia.

Logosofia comemora 80 anos com congresso internacional em Brasília


O Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, acolherá nos dias 13, 14 e 15 de agosto deste ano um conjunto de estudiosos da ciência logosófica procedentes do Brasil e de vários países das três Américas, da Europa, da Ásia e da Oceania, reunindo cerca de três mil participantes. Este congresso internacional integra as atividades comemorativas do transcurso, em 11 de agosto de 2010, dos 80 anos da Logosofia no mundo.

Segundo os organizadores do Congresso, “o evento terá como objetivo central prestar um tributo de gratidão ao criador da Logosofia, o pensador, humanista e pedagogo Carlos Bernardo González Pecotche”. Ressaltam que “Pecotche, com a ciência de sua criação, com seu exemplo e seus ensinamentos, legou à humanidade as bases para a construção de uma nova cultura para a grande família humana”.

Nova cultura

Nas sedes culturais da Fundação Logosófica em Prol da Superação Humana, hoje presentes em quatro continentes, vem sendo desenvolvida essa nova e fecunda experiência humanística, desde a criação da escola pioneira de Logosofia, instituída por González Pecotche em Córdoba, na Argentina, no dia 11 de agosto de 1930.

O Brasil foi um dos primeiros países, logo depois de Argentina e Uruguai, a criar uma sede de estudos desta nova ciência, com a inauguração em 15 de junho de 1935, em Belo Horizonte, da primeira escola de Logosofia do País. Atualmente, como resultado da expansão de suas atividades, a instituição mantém sedes culturais em numerosos países, como Estados Unidos, México, Israel, Espanha, França, Itália, Alemanha, Austrália e Japão, além de contar com outros centros de estudo em fase de formação.

“Ao longo dessas oito décadas, agora comemoradas internacionalmente e com evidente júbilo” – acrescentam os organizadores do Congresso –, “a Logosofia vem despertando a atenção e o interesse de um número sempre crescente de pessoas nos mais diversos pontos do planeta, o que ocorre devido aos benefícios que proporciona à vida psicológica, moral e espiritual do ser humano, desde a infância até a idade madura.”

Pedagogia logosófica

Outra iniciativa estimulada por González Pecotche – e que hoje constitui uma realidade que completará 50 anos de fecunda experiência educativa – se relaciona com a extensão dos benefícios da pedagogia logosófica à infância, adolescência e juventude, com a criação, a partir de 1960, dos primeiros colégios logosóficos.

Nesses colégios, paralelamente ao ensino do conteúdo curricular, são ministrados os elementos que a Logosofia oferece para a formação mental, moral e espiritual das novas gerações. Com esse trabalho pedagógico, a Fundação Logosófica procura viabilizar o assentamento das bases de uma nova humanidade, integrada por indivíduos mais conscientes de sua responsabilidade perante a própria vida, na sociedade em que vivem e perante o mundo.

No Brasil, unidades de ensino no Distrito Federal e nos estados de Goiás, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina integram o Sistema Logosófico de Educação. Com isso, cumpre-se também um dos grandes ideais que animaram a vida e a obra de González Pecotche: Conseguir que as gerações futuras sejam mais felizes que a nossa será o prêmio mais grandioso a que se possa aspirar. Não haverá valor comparável ao cumprimento dessa grande missão, que consiste em preparar para a humanidade futura um mundo melhor.

Internet: www.logosofia.org.brwww.colegiologosofico.com.br

Lançada edição comemorativa do livro O Senhor de Sándara


Foi lançada a edição comemorativa dos 50 anos do livro O Senhor de Sándara, escrito pelo pensador e humanista Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol).
É um romance psicodinâmico que descreve momentos especiais da vida humana e projeta sobre o futuro do homem a visão de um destino digno de civilização avançada.

Na próxima sexta-feira, às 20 horas, a sede da Fundação Logosófica em Pindamonhangaba, SP, fará um coquetel para comemorar o evento. Para participar, é necessário confirmar, clicando aqui.

Para fazer o download de algumas páginas da obra visite o site da Editora Logosófica.

O extrato a mudança


Isso não é uma receita de mudança, de jeito nenhum. É apenas o extrato da minha experiência, que pode, no máximo, inspirar alguém que queira dar uma virada na carreira.

Quais foram os ingredientes do meu processo de mudança?

  • Um sonho
  • Genuíno interesse
  • Coragem
  • Um plano
  • Apoio da família
  • Execução
E se tivesse que escolher 10 atitudes que concorreram para o meu sucesso, eu diria:

  1. Estar atento aos sinais.
    Algo inesperado como um encontro, um livro, a participação em um evento ou projeto podem ser sinais importantes de uma necessidade ou oportunidade de mudança. No meu caso aconteceu tudo isso.
  2. Ter um sonho, criar uma visão.
    Perguntas do tipo: como quero me ver daqui a 5 ou 10 anos? Fazendo o que? Onde? Com quem? Por que? Para que?
  3. Fazer um inventário do que já possuo.
    Formação acadêmica, experiências anteriores, contatos, situação financeira e saúde.
  4. Fazer uma lista do que ainda falta para chegar lá.
    Formação acadêmica, cursos, viagens, capital, contatos. Para facilitar o plano de ação, classificar em dois grupos: aquilo que depende exclusivamente de mim e no que preciso de outras pessoas para conquistar.
  5. Fazer um plano flexível.
    O plano deve prever alternativas e alguma contingência. A vida é dinâmica. Portanto, a rigidez pode cegar os olhos a caminhos tão ou mais interessantes do que o traçado inicialmente.
  6. Compartilhar com as pessoas que serão diretamente afetadas pela mudança.
    A família, principalmente o cônjuge, deve tomar conhecimento do plano, pois tem um papel fundamental na sua realização. O mesmo vale para pessoas com potencial para ajudar.
  7. Ser discreto.
    Evitar falar aos quatro ventos. O sonho é meu e, em se tratando de mudança, exigirá esforço para ser concretizado. Quem está fora pode influenciar de forma pessimista, muitas vezes, com a melhor das intenções.
  8. Buscar pensamentos afins com o plano.
    Livros, filmes, conversas com pessoas que realizaram mudanças significativas em suas próprias vidas.
  9. Fazer a lição de casa.
    A rotina é uma devoradora dos sonhos. A mudança exige tarefas de curto e longo prazo. É preciso ficar atento à tarefa do dia, sem perder de vista a conexão com o longo prazo.
  10. Ter paciência.
    O fruto colhido antes do tempo pode ser amargo e duro de digerir.


“A vida humana, concebida sob o ângulo proeminente de sua estrutura moral, espiritual e psicológica é, em meu juízo, uma sucessão ininterrupta de curtos espaços de duração, fragmentados cada um deles em três períodos: o que se emprega em projetar, o que se destina à ação e o que exige a espera.” Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

É só um foguinho de nada...

"Antes de dedicar sua amizade a alguém, convém que conheça suas idéias, sua moral, suas inclinações, etc. A boa impressão que você tenha, ao tomar contato com uma pessoa, terá de ser confirmada pelo que observar nela em tratos posteriores."
Do livro Bases para sua conduta, de Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol)

Vou te contar uma historinha rápida.

Quando iniciei minha carreira técnica - isso faz mais de trinta anos - tive um treinamento de prevenção e combate a incêndio. O treinamento foi ministrado pelo comandante do Corpo de Bombeiros de BH, que fez uma coisa muito interessante.

Ele acendeu uma vela em cima da mesa e começou a conversar, como quem não quisesse nada. De repente, ele levou os dedos indicador e polegar na boca, molhou-os com a língua (que porquice!) e, na sequência, apertou o pavio da vela com os dois, apagando-a instantaneamente.

Então comentou: vocês perceberam que apaguei este fogo com dois dedos?! Entretanto, se ele tivesse se espalhado pela mesa e em seguida tomasse conta do auditório e do prédio, eu poderia chamar toda a minha corporação - que não é pequena - com todos os equipamentos e caminhões pipa que temos e demoraríamos horas para dominar o incêndio.E mesmo depois que o fizéssemos, as consequências seriam irremediáveis.

Transformei esta história numa metáfora, que naturalmente ficou gravada em minha mente e, todas as vezes que me esqueço dela, me dou mal.