Páginas

Conheça nossos serviços!
Mostrando postagens com marcador Pessoas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pessoas. Mostrar todas as postagens

Quem pintou este rosto no espelho?


"Todos sabemos que cada dia que nasce é o primeiro para uns
e será o último para outros e que, para a maioria, é so um dia mais." 
José Saramago


Quem pintou este rosto no espelho?
Foi o tempo!

Será? Aproveitei os dias de folga para dar um descanso também para a pele do rosto, deixando a barba por fazer. Ao ver-me no espelho esta manhã, me assustei. Quem é este ai? Quem pintou este rosto?

A resposta primeira foi: o tempo, esse malvado! Mas, seria injusto imputar somente a ele a responsabilidade. No máximo ele foi testemunha, uma vez que estava presente em todos os atos.

Penso que esta obra tem vários autores. Primeiro, a própria Criação com suas leis físicas e metafísicas puxando uma ruguinha aqui, tirando a cor de um cabelinho ali, derrubando outro acolá. O temperamento, tempero que vem da Terra. A influência dos Astros, por que não? O Senhor Destino, ligando e desligando fios invisíveis. Depois, os demais; amigos, colegas e desafetos, cada um a seu jeito dando a sua pincelada. Finalmente, mas não necessariamente nesta ordem, eu mesmo, com meus pensamentos, meus fracassos e acertos. 



O resultado é isso, uma obra que bem poderia se chamar impressão facial. Única, que não se pode avaliar em dinheiro, que revela aos que souberem lê-la toda uma trajetória, toda uma biografia.

Com relação a ser o primeiro dia, o último ou apenas mais um; o que não dá mesmo para saber é se será o último. Só não quero que seja apenas mais um. Por isso, faço dele o primeiro, o primeiro dia do resto da minha vida, aproveitando para plantar aqui e agora uma semente, que espero, ao seu tempo germinará.

Afinal, faz algum tempo que resolvi ser o protagonista deste grupo de artistas, pois aprendi que se eu não pintar na minha tela, alguém vai pintar e pode ser que eu não goste do resultado.

Talk Show encerra o Congrevap 2010


Aconteceu dia 19 de novembro de 2010, no Parque Tecnológico de São José dos Campos, o 2º Congrevap – Congresso Vale paraibano de Gestão de Pessoas.


O evento foi encerrado com um
Talk Show, conduzido pelo jornalista Carlos Abranches, da TV Vanguarda. Abranches é também empresário e, além do Jornalismo, graduado em Música, Filosofia e Comunicação Social, com especialização em Administração de Recursos Humanos e MBA em Gestão de Negócios.

O objetivo do Talk Show foi refletir, à luz da experiência dos convidados, sobre o tema central do congresso “Do operacional ao estratégico: reinventando o RH”.


Para isso, foram convidados Katia Luckemeyer, Marcelo de Elias, Jorge Couto, Eunice Batista, João Carlos Rocha  e Elizenda Orlickas, todos profissionais do ramo, com experiência e formação bastante diversificadas.
Abranches demonstrou ter feito com apreço sua lição de casa, no sentido de procurar conhecer bem a trajetória e bagagem de cada convidado, orquestrando de maneira natural e extremamente agradável questões que pudessem potencializar a experiência de cada um. Além disso, costurou com espontaneidade a interligação dos elementos trazidos à tona a cada reflexão proposta, e direcionou de maneira exemplar as perguntas do público.

Conhecedor da obra de Rudolf Steiner que é e sabendo da minha formação em base antroposófica, o anfitrião me direcionou questionamentos que permitiram a exploração da empresa como um organismo vivo, que precisa de alimento, luz, calor e afeto, sob pena de se atrofiar e até se extinguir.

Para concluir, o jornalista ousou perguntar-me sobre a questão da espiritualidade nas organizações. Ancorado na afirmação de Rudolf Mann de que “nenhuma organização pode ser maior do que o horizonte espiritual das pessoas, que conjuntamente a carregam“, pude explorar nos últimos sessenta segundos que me foram concedidos os possíveis desdobramentos dessa abordagem para se “reinventar o RH”.

Fantástico: Giovanna aprendeu a ler nas lápides


É Fantástico!

Dia 28 de março o Fantástico exibiu uma reportagem sobre Giovanna Cury, a menina de Pindamonhangaba que aprendeu a ler no Cemitério. Assista o video que foi ao ar.

O que o Fantástico não mostrou?

Vale a pena conferir, no vídeo abaixo, um trecho da entrevista de Mauricio Kubrusly com o escritor Severino Antônio que, infelizmente, não foi ao ar. Leia também ao longo deste texto alguns aspectos do
lado humano, poético e pedagógico desta história, que o programa não mostrou.



Divulgue esta história no seu Twitter.

Making of

Para ver um pouco do making of da reportagem feita pela Rede Globo, clique na imagem:

Fantástico: A menina que aprendeu a ler nas lápides

A menina, o avô e a professora

Conhecemos Giovanna Cury em 2003, na época contando dois aninhos de idade.
Sem dúvida uma menina encantadora, conversada, conhecia as cores, algumas letras e entendia e aprendia qualquer coisa com muita facilidade.

Minha filha
Melina Rocha se encantou com ela e desde então passou a fazer parte dos programas de nossa família.

Quando ela tinha cinco anos, embora sem
freqüentar escola, já sabia ler com desenvoltura e se orgulhava de contar que aprendera a ler com o seu avô, José Carlos, zelador de um cemitério da cidade de Pindamonhangaba. O incrível da história é que seu aprendizado aconteceu nas lápides, nas quais o avô lia as inscrições para ela, enquanto o acompanhava em suas brincadeiras. Chama a atenção ainda o fato de o avô não ter sequer concluído o ensino fundamental.

Em 2007,
Melina conseguiu para a pequena Giovanna uma vaga em uma escola municipal, na qual a menina rapidamente se adaptou.

Neste mesmo ano, aconteceu a inauguração de uma
Brinquedoteca (local de trabalho da Melina) e para a solenidade ela convidou a Giovanna para ler um poema. Sua desenvoltura chamou atenção de todos, principalmente do prefeito, que não acreditava que uma criança que acabara de entrar na escola pudesse ler com tanta perfeição. Sua performance roubou a cena, literalmente. Todos queriam conhecer a menina de olhos azuis que interpretava com tanta exatidão os versos daquele poema. O fato acabou rendendo uma matéria em um jornal local (Tribuna do Norte).

Sabendo que ela completaria sete anos, minha esposa,
Almelice, que é professora em uma escola particular, fazendo chegar à diretoria do estabelecimento de que se tratava de uma garota extremamente talentosa, intermediou a negociação de uma bolsa de estudos integral para Giovanna. Almelice foi também sua professora na primeira série. Para que ela pudesse acompanhar o ritmo da escola, Almelice conseguiu também alguns "patrocinadores" para as despesas com materiais, roupas, viagens e outros custos inerentes à vida escolar.

A menina e o escritor

Na mesma época, Almelice contou para o professor e escritor Severino Antonio a história da menina. Ele quis conhecê-la, conversou com ela, com o seu avô e, com grande sensibilidade, captou o lado humano, poético e pedagógico de sua biografia. Meses depois saia o livro "A Menina que Aprendeu a Ler nas Lápides", lançado pela Biscalchin Editora, assinado pelo conceituado professor Severino.

O livro virou matéria de capa de uma revista especializada em língua portuguesa. A equipe do Fantástico tomou
contato com a matéria, e, a partir da informação contida no artigo de que a professora Melina Rocha trabalhava na rede municipal de ensino de Pindamonhangaba, obteve com a prefeitura o número de seu telefone.

Que pena!

Como você pode ver, trata-se uma história repleta de amor, poesia e pedagogia. Pena que o Fantástico tenha mostrado apenas o lado pitoresco da história! Por que será? O que você acha?

Lançada edição comemorativa do livro O Senhor de Sándara


Foi lançada a edição comemorativa dos 50 anos do livro O Senhor de Sándara, escrito pelo pensador e humanista Carlos Bernardo González Pecotche (Raumsol).
É um romance psicodinâmico que descreve momentos especiais da vida humana e projeta sobre o futuro do homem a visão de um destino digno de civilização avançada.

Na próxima sexta-feira, às 20 horas, a sede da Fundação Logosófica em Pindamonhangaba, SP, fará um coquetel para comemorar o evento. Para participar, é necessário confirmar, clicando aqui.

Para fazer o download de algumas páginas da obra visite o site da Editora Logosófica.

Veja como fazer doações para as vítimas no Haiti


ALIMENTOS, ÁGUA E REMÉDIOS

Alimentos e água engarrafada podem ser entregues em todas as unidades da Defesa Civil do país.

Remédios e ofertas de serviços médicos devem ser encaminhados para o
Ministério da Saúde.

Medicamentos e ofertas de serviços médicos: Ministério da Saúde
A população deve ligar para 192
Instituições ligam para 61 33153518
Email:
missaodeajudasamu192@saude.gov.br


Médicos sem Fronteiras
Internet: www.msf.org.br
Telefone: 21 2215-8688

OUTRAS OFERTAS DE SERVIÇOS:

Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República: (61) 3411-1297
Email:
faei@planalto.gov.br


DOAÇÕES EM DINHEIRO

Através da Embaixada da República do Haiti, as doações podem ser feitas por depósitos ou transferências de qualquer banco, mesmo de fora do Brasil.

É muito importante que o depósito esteja identificado como Haiti. Só assim eles vão poder identificar as doações.

Banco do Brasil
Agência: 1606-3
Conta: 91000-7
CNPJ: 041702370001-71

Comitê internacional da Cruz Vermelha
O banco é o HSBC
Agência: 1276
Conta: 14526-84
CNPJ: 043596880001-51

Viva Rio
Banco do Brasil
Agência: 1769-8
Conta: 5113-6
CNPJ: 003439410001-28

CARE Internacional Brasil
Banco: 356 - Banco Real
Agência 0373
Conta: 5756365-0

CNPJ: 04.180.646/0001-59

Cáritas e CNBB
BANCO DO BRASIL
Agência: 3475-4
Conta: 23969-0

Caixa Econômica Federal
Operação: 003
Agência: 1041
Conta: 1132

Banco Bradesco
Agência: 0606
Conta: 70000-2

UNICEF
NOME: FUNDO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA A INFÂNCIA
Banco do Brasil
Agência: 3382-0
Conta: 404700-1
O CNPJ DO UNICEF É 03744126/0001-69

NOME: PNUD - HAITI
Caixa Econômica Federal
Agência: 0647
Operação: 003
Conta: 600-1

Banco Itaú
Agência: 0603
Conta: 32000-3

Banco Bradesco
Agência: 3060-0
Conta: 111036-5

ActionAid

Pelo telefone 0300 789 8525, das 10h até as 18h, de segunda a sexta-feira.

Pelo site da ActionAid. A doação mínima é de R$ 10.

Em Brasília, a União Nacional das Mulheres de Militares das Forças Armadas Brasileiras, com o apoio da prefeitura militar, está recebendo donativos de roupas, calçados e alimentos não perecíveis.

As doações devem ser entregues nas administrações das quadras militares ou na sede da prefeitura militar de Brasília.

DIVULGAÇÃO NO TWITTER
Clique
aqui para divulgar estas informações no seu TWITTER.

Tire da boca do Leão e dê para as crianças da APAE

Clique aqui para ver a cartilha da campanha para captação de recursos financeiros para a nossa APAE de Pindamonhangaba, baseado em Lei Federal, que faculta ao contribuinte pessoa física e pessoa jurídica, efetuar doação, para Entidade de Assistência Social, via o Conselho Municipal dos Deireitos da Criança e do Adolescente.

O prazo para a doação é 29 de dezembro de 2009.

Com os comprovantes / recibos de doações, o contribuinte pode abater na declaração de imposto de renda (exercício 2009), que será efetuada em até abril de 2010 (prazo para entrega).

Com esta colaboração o contribuinte você poderá ver de perto, onde está aplicado parte do dinheiro do seu imposto de renda, pois a verba ficará no próprio Município, ajudando a Entidade, que muito tem feito por pessoas deficientes de Pindamonhangaba, em seus 39 anos de existência.

Desde já, agradecemos a atenção dada ao assunto. Se precisar mais informações, fale comigo.

Congvap foi um sucesso!


Durante o Congvap - Congresso Valeparaibano de Gestão de Pessoas, conduzi a palestra “Visão sistêmica e aprendizado organizacional”.
Realizado em novembro, o evento reuniu cerca de 450 pessoas.

Iniciei a apresentação contando um pouco de minha história de vida pessoal e profissional. Em função do tema tratado, construir esta empatia com público foi fundamental, pois conhecer e entender minha trajetória seria essencial para a compreensão do conceito de visão sistêmica que seria desenvolvido nos minutos seguintes da palestra.

Em seguida, abordei o conhecimento como diferencial competitivo nas organizações e refletimos sobre o processo de aprendizado nas empresas. Depois, trouxe mais elementos para construção do conceito de visão sistêmica, como sendo a forma de entender a organização como um sistema integrado, inclusive à sociedade – e ressaltei a importância desse sistema para estruturar e acelerar o aprendizado.

Um dos meus objetivos era incentivar a participação do público e para isso combinei logo no início uma forma de interação com a platéia. Provoquei também a reflexão sobre a importância de se aproveitar a oportunidade do evento para ampliar o network e realizei com os participantes uma dinâmica para iniciar este movimento. A participação foi ativa e tratamos o tema com profundidade e ao mesmo tempo leveza e alegria.

Para ver fotos do evento, baixar os slides da apresentação e fazer uma avaliação da palestra, visite meu site.


Visão sistêmica e aprendizado organizacional


No Congresso Valeparaibando de Gestão de Pessoas, compartilharei minha experiência em Visão Sistêmica e Aprendizagem Organizacional. Será dia 11 de novembro de 2009, em Taubaté, SP.

Saiba mais sobre o Congvap

Nos tempos do mundo plano, no qual as opiniões sobre qualquer tema são tão distintas, pelo menos uma afirmação parece consenso no mundo dos negócios: o conhecimento é o mais significativo diferencial competitivo de uma empresa.

E, como é que as organizações aprendem? Qual é a importância da visão sistêmica para se estruturar e acelerar este processo? O que levar em conta para a gestão de pessoas neste contexto? A idéia da palestra não é trazer respostas prontas para estas questões. O objetivo é aproveitar o tema central do congresso e compartilhar reflexões e experiências para que cada um amplie o seu conceito sobre o processo de aprendizagem organizacional.

Para informações e inscrições, visite www.congvap.com.br.


Sobre rosas e espinhos


Eu estava saindo para o escritório quando minha esposa colheu uma rosa e deu-me de presente.


Fresca, tinha seu perfume característico, suas pétalas eram sedosas e até seus espinhos podiam ser acariciados, pois ainda que pontiagudos tinham certa flexibilidade, permitindo que eu os tocasse sem me ferir. E, claro, além destas características físicas, aquela rosa trazia consigo muito amor.


Deixei-a sobre minha mesa de trabalho, sem nenhum cuidado mais.


Os dias foram passando, as pétalas secando, desfolhando-se, a ponto de se desintegrarem. Seu aroma se perdeu.
Os espinhos, ao contrário, a cada dia ficavam mais fortes, mais rígidos. Não tardou e suas pontas mostraram a que vieram: verdadeiros bisturis capazes de cortar ao mínimo toque.

O que aprendi com aquela observação? Assim são os meus relacionamentos: tenho que cuidar sempre, todo dia um pouquinho, para manter vivos os afetos. Quanto aos espinhos, não requerem trato algum, crescem sozinhos.